129 views | Destaque | Atualizado em: 18/09/2017

Justiça Federal autoriza ‘cura gay’

Conselho Federal de Psicologia vai recorrer da decisão, dada em caráter liminar. Ação foi movida por psicóloga evangélica já punida por propor tratamento contra a homossexualidade

A Justiça do Distrito Federal acatou pedido liminar que autoriza o tratamento para a homossexualidade. A decisão, proferida pelo juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, determina que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) não proíba que psicólogos façam atendimento para tentar mudar a orientação sexual do paciente, desde que de maneira reservada e sem fazer propaganda e publicidade.

De acordo com a decisão, a resolução “não pode privar o psicólogo de estudar ou atender aqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura, preconceito ou discriminação”. Por meio da resolução 01/99, cujo conteúdo é alvo da ação, o CFP define que a homossexualidade não constitui doença, distúrbio e perversão e proíbe que ela seja tratada como tal.

Uma das autoras da ação é a psicóloga e missionária evangélica Rozangela Justino que, em 2009, sofreu uma censura pública do CFP por oferecer a chamada “cura gay”. Ela já havia sido condenada à censura pública no Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro em 2007 pelo mesmo motivo.

A decisão foi condenada pelo CFP que já anunciou a decisão de recorrer contra a liminar. A ação foi movida por um grupo de psicólogos defensores da chamada “cura gay”. Para o CFP, “abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual” e “representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico.

De acordo com a decisão, a resolução “não pode privar o psicólogo de estudar ou atender aqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura, preconceito ou discriminação”. Por meio da resolução 01/99, cujo conteúdo é alvo da ação, o CFP define que a homossexualidade não constitui doença, distúrbio e perversão e proíbe que ela seja tratada como tal.

Uma das autoras da ação é a psicóloga e missionária evangélica Rozangela Justino que, em 2009, sofreu uma censura pública do CFP por oferecer a chamada “cura gay”. Ela já havia sido condenada à censura pública no Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro em 2007 pelo mesmo motivo.

A decisão foi condenada pelo CFP que já anunciou a decisão de recorrer contra a liminar. A ação foi movida por um grupo de psicólogos defensores da chamada “cura gay”. Para o CFP, “abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual” e “representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico.

Por: http://www.em.com.br

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