329 views | Blitz & Social | Atualizado em: 17/04/2015

Mulher tira folga do marido e vai para cama com estranhos

muié folga
Americana conta em livro que teve 12 amantes, mas continuou dormindo com o marido nos fins de semana. A prática durou um ano

Por: O Globo

Uma mulher de meia-idade resolveu fazer um “experimento sexual”. Ela tirou um ano de “folga” de seu casamento para dormir com quem quisesse. A experiência deu origem ao livro “The wild oats project” (“O projeto do vício sexual”, em tradução livre), que já chamou tanta atenção que editores resolveram antecipar sua data de lançamento no Reino Unido.

Robin Rinaldi tem 44 anos, uma vida profissional bem-sucedida como editora de uma revista em São Francisco (Estados Unidos) e está em um casamento amoroso e sexualmente satisfatório há mais de 15 anos. Mas, por mais que ela pareça “ter tudo”, ela não teve um filho e está desesperada por um. Quando confrontada com a decisão de seu marido, Scott, de fazer uma vasectomia, Robin resolveu fazer uma experimentação sexual.

Se Scott pode fazer o que quiser, ela percebe que, em troca, deve satisfazer seus impulsos ocasionais por mais parceiros sexuais. Robin decide, então, que vai dormir com quem quiser durante a semana, e voltará a viver com o marido nos fins de semana. Scott também fica livre para entrar em uma relação aberta, e os dois decidem criar três regras para o acordo funcionar bem: eles sempre devem usar camisinha, não podem dormir com amigos, e não podem passar de três encontros com qualquer amante em potencial.

No livro, Robin começa uma busca pela iluminação sexual. Ela passa a achar novos parceiros em anúncios online, em sites de encontros e em um retiro sexual neotântrico. Sua aventura de um ano resultou em 12 novos amantes, inúmeras realizações sexuais e em uma grande compreensão sobre seu corpo.

Ainda que sua jornada seja admirável, há um subjacente sentido de tristeza que percorre todo o livro. As ações de Robin são motivadas por vingança contra Scott. Para o “Independent”, ela alega que não são, e insiste que está em busca de um autoconhecimento sexual há muito tempo.

Mas, enquanto escreve sobre um anseio constante por um despertar sexual maior, ela chega ao clímax com apenas dois ou três parceiros. Todo novo amante lhe deixa mais perto de entender suas necessidades sexuais (ela aprende que gosta de ser espancada durante o ato, por exemplo), mas nunca parece capaz de articular completamente o que está procurando. Seu insaciável desejo por uma conexão sexual e psicológica profunda chega ao ápice quando ela se muda para uma comunidade sexual que defende a “meditação orgásmica”, em que um homem aleatório toca seu clitóris por 15 minutos todas as manhãs.

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