88 views | Notícias | Atualizado em: 01/03/2017

Policial Militar é baleado em bloco de carnaval

Um policial militar foi morto na madrugada desta quarta-feira, 1, em um bloco de carnaval, no Conjunto Maguari, em Belém.

Gleydson Rodrigues Pinho foi baleado na costela, na boca e na cabeça. O policial segue internado em estado grave no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE). A arma, uma pistola ponto 40, foi apreendida pela Corregedoria e será periciada. O carregador não foi encontrado.

O caso aconteceu durante uma briga generalizada na festa de carnaval do conjunto, que terminou em tiroteio. Uma das hipóteses é que Gleydson tenha sido vítima de uma tentativa de homicídio. Outra tese é de que ele interveio numa briga.

Os moradores do conjunto estão assustados com a confusão que deixou marcas, como buracos provocados pelos disparos, vidros e garrafas quebradas, além de danos materiais em estabelecimentos. O portão de um mercadinho foi arrancado.

Portão do mercadinho arrancado durante a confusão. Foto: Ary Souza

Portão do mercadinho arrancado durante a confusão. Foto: Ary Souza

Além do policial, outras seis pessoas foram baleadas. Entre elas, uma adolescente de 17 anos, atingida no peito; e Wilson Ruan dos Prazeres Wanzeler Ferreira, de 18 anos, ferido nas costas. O HMUE informou que ambos seguem internados, mas estão em condição estável e praticamente fora de perigo. Celso Adriano Souza Conceição, Lucas Gonçalves Barbosa, Matheus Gonçalves Barbosa e Raika Kirvia Lima de Oliveira foram atendidos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Icoaraci. Todos deverão ser procurados pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM para esclarecer o caso.

De acordo com a Polícia Civil (PC) o caso está sendo investigado junto a Corregedoria da Polícia Militar (PM), mas ainda não há ocorrência em nenhuma unidade policial.

Em nota, a PM informou que caso haja algum indício de crime militar, será instaurado um Inquérito Policial Militar. E que não é possível afirmar que o policial baleou as vítimas, pois outra pessoa também estava armada e ainda não se sabe de onde os tiros foram disparados.

A PC em parceria com outros órgão vão investigar se o bloco tinha autorização para desfilar.

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